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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

ALENTEJO II


Ó terra de oiro antigo e céu sem fim

Pontilhada de verde e de castanho,

Eu quero-te sem prazo e sem tamanho

Com este querer maior que existe em mim



Terra de ervas e flores, como um jardim

Espraiando-se orgulhoso em mundo estranho,

Subitamente a tela de um rebanho

Que, ao surgir, se nos deixa ver assim



Que o teu povo magoado te acrescente

Os laços sempre férteis da semente

E possa eternizar-te no seu "cante "



Que a tua voz se eleve eternamente,

Que seja sempre livre a tua gente

E que haja em ti fartura a cada instante!










Maria João Brito de Sousa 06.12.2011 - 15.21h